Capítulo 88

Revirei os olhos. Fechei os mesmos olhos. E, quando vi, dois braços me ergueram: um nas costas, o outro por baixo dos joelhos.

— Mat! — protestei, esperneando. — Me põe no chão!

— Eu disse que você ia. — Ele gargalhou e me carregou até o banheiro.

— Chato!

— Chata.

Quando ele me soltou, tentei uma última cartada: tirei a blusa devagar e beijei o pescoço dele. O sorriso que ele mordeu foi delicioso, mas a resposta veio firme:

— Não adianta fazer joguinho. A gente vai.

Suspirei, derrotada e rindo
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