Revirei os olhos. Fechei os mesmos olhos. E, quando vi, dois braços me ergueram: um nas costas, o outro por baixo dos joelhos.
— Mat! — protestei, esperneando. — Me põe no chão!
— Eu disse que você ia. — Ele gargalhou e me carregou até o banheiro.
— Chato!
— Chata.
Quando ele me soltou, tentei uma última cartada: tirei a blusa devagar e beijei o pescoço dele. O sorriso que ele mordeu foi delicioso, mas a resposta veio firme:
— Não adianta fazer joguinho. A gente vai.
Suspirei, derrotada e rindo