Melinda
O corredor está silencioso quando abro a porta do quarto. A luz da manhã atravessa o vidro da sacada, refletindo no piso claro e me fazendo piscar algumas vezes. Dou dois passos e quase trombo com ele. Damon está ali, de camiseta preta e o cabelo ainda úmido. Meu coração dispara antes mesmo que eu possa dizer qualquer coisa.
— Bom dia — ele fala, com a voz rouca, e completa como se fosse a coisa mais natural do mundo: — Fiz café da manhã.
Fico apenas olhando para ele por um momento,