Damon
Eu fico sentado naquelas cadeiras duras de hospital, com o boné abaixado e os óculos escuros no rosto, as mãos entrelaçadas sobre o joelho, tentando entender o que, diabos, ainda estou fazendo aqui. Já era para ter ido embora. Ela está segura, o velho fora de risco, eu podia estar treinando ou cuidando dos meus próprios problemas. Mas continuo aqui. E não me mexo.
Melinda se vira para mim, com aquele jeito doce e exausto que ela tenta disfarçar.
— Damon, você não precisa esperar. Eu