Damon
— Melinda! — grito, a voz cheia de raiva enquanto avanço dois passos para dentro, pronto para rasgar qualquer garganta que ouse tocar nela.
Eu não penso, só ajo ao arrancar o homem de cima dela com um movimento brusco, sentindo o peso dele como um saco de merda que eu finalmente larguei no chão. O primeiro soco sai da raça, seco, e ele vai ao chão com a boca aberta. O odor de álcool e sujeira explode no meu nariz.
— Quem é você? O que tá fazendo aqui? — ele rosna, tentando se recompor,