Rafaela precisou ir para o trabalho, e eu fiquei com Clara. Graças a Deus, ela estava bem — apenas dolorida pela queda.
Minha cabeça, porém, era um caos. Pensamentos iam e vinham sem direção.
Andrew entrou no quarto para avaliá-la. Como já não sentia dores, deu-lhe alta. Um alívio profundo percorreu meu corpo, como se um peso imenso se desfizesse em mim.
Clara levantou-se da cama e foi tomar banho. Quando já estávamos prontos para sair, pediu para passar no quarto de Gustavo — queria agradecer.