Após o café, subimos devagar para que Clara pudesse descansar um pouco. Observei-a se deitar, com aquele cuidado que seu corpo ainda exigia, e por um instante fiquei ali, parado na porta, absorvendo a serenidade rara daquele momento. O celular dela vibrou — era Rafaela. Como sempre, ligava para saber como ela estava, como se sua voz pudesse medir febre, humor e esperança ao mesmo tempo.
Deixei que conversassem e fui até a varanda.
Durante aqueles vinte dias, Alerrandro mantivera tudo em equilíb