CAPÍTULO 107

Após o café, subimos devagar para que Clara pudesse descansar um pouco. Observei-a se deitar, com aquele cuidado que seu corpo ainda exigia, e por um instante fiquei ali, parado na porta, absorvendo a serenidade rara daquele momento. O celular dela vibrou — era Rafaela. Como sempre, ligava para saber como ela estava, como se sua voz pudesse medir febre, humor e esperança ao mesmo tempo.

Deixei que conversassem e fui até a varanda.

Durante aqueles vinte dias, Alerrandro mantivera tudo em equilíb
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