CAPÍTULO SETE — O ERRO.
VICTOR BALTIMOR.
Me sentei pesado na cadeira, o peso da revelação caindo sobre mim como uma avalanche. Pablo permaneceu ali, quieto, esperando. O dispensei, depois me acertaria com ele. Minha cabeça girava: eu a humilhara. Cuspi acusações imundas na cara dela. Chamei-a de prostituta, de interesseira. E ela era somente uma professora. A melhor amiga da minha sobrinha. A mulher que tinha me deixado louco naquela noite. A única que foi capaz de me satisfazer.
A culpa era amarga, mas eu o engoli rá