Eu a conduzi até o jardim, onde o silêncio parecia mais suportável, e nos sentamos em um banco, perto de algumas flores. Isabella estava quieta, com os olhos baixos, o peso de algo que ela ainda não conseguia entender claramente estampado no rosto. Eu sentia que ela precisava falar, mas também sabia que as palavras dela viriam do fundo de um coração pequeno, tentando entender a imensidão do que estava acontecendo.
Depois de alguns minutos, ela finalmente quebrou o silêncio.
— Angeline... eu…