A luz fraca do banheiro refletia em meu rosto, e eu me encostei na pia, tentando encontrar um pouco de estabilidade em meio ao turbilhão de emoções que me consumia. Minhas mãos tremiam, e eu as segurei com força, como se isso pudesse me ancorar à realidade. Meus olhos estavam vermelhos e inchados, e a respiração, irregular. O que eu havia vivido era um pesadelo que parecia não ter fim.
A porta se abriu, e eu sabia que era Sofia. Ela sempre tinha esse jeito de entrar, como se trouxesse consigo u