A casa estava silenciosa demais, o tipo de silêncio que parece ecoar em cada canto, se infiltrando nos meus pensamentos. Eu passei pela sala, onde as sombras da noite já começavam a tomar conta, e encontrei Isabella no sofá, com os olhos cansados e a expressão fechada. Ela estava tão quieta, tão distante. Eu sabia que ela estava processando tudo o que aconteceu, mas ainda assim me doía vê-la assim. Eu não sou a mãe dela, nunca fui, mas eu me importava, de um jeito complicado, confuso.
Sentei a