O silêncio na casa era raro. Mas naquela manhã, tudo parecia sagrado.
Angeline dormia profundamente no quarto, exausta, com o pequeno Luca aninhado em seus braços. Eu fiquei ali por horas, só observando. Ela, tão pequena, tão forte. E ele… meu filho. Meu legado.
O Don da Calábria agora era pai.
Mas logo os sussurros começaram do lado de fora do quarto. O burburinho de vozes ansiosas, passos contidos, gente esperando permissão para entrar.
Abri a porta devagar e encarei o grupo parado no cor