A palavra “quero”, sussurrada por seus lábios, ecoou em mim como um trovão que acordou cada fibra adormecida do meu ser. Não era mais uma pergunta, era uma permissão, uma rendição, e eu estava faminto por ela.
Meus lábios encontraram os dela em um beijo que era pura devoração, mas a necessidade de ver, de sentir toda a sua pele, era avassaladora. Desci com a boca, deixando um rastro de fogo pelo pescoço, pela clavícula, até o vale entre seus seios, que se levantavam e caíam com a respiração ofe