O relógio no hall marcava nove da manhã quando me olhei no espelho do elevador pela terceira vez. Tentei ajeitar o cabelo, ajeitar o vestido, ajeitar a mim mesma — mas a verdade é que nada me deixaria completamente pronta para aquele momento. O motorista que o senhor Rodolfo mandou estava a caminho, e meu coração parecia determinado a pular do peito.
Eu ainda custava a acreditar que tinha conseguido o emprego. Entre tantas candidatas, a recrutadora havia dito que eu era “a escolha ideal”. E ago