O despertador tocou antes mesmo que eu pudesse sonhar.
Sete e meia da manhã e o sol de São Paulo já estava decidido a derreter qualquer resquício de dignidade que eu tivesse. Abri os olhos e por um momento precisei lembrar onde estava. O teto branco, as caixas ainda espalhadas pelo chão e o som dos carros lá fora me responderam: estava em casa. No meu novo lar.
Meu primeiro dia na faculdade de gastronomia.
Respirei fundo e me sentei na cama. O coração batia rápido, uma mistura de nervosismo e e