O corredor até o quarto de Giulia parecia o mais longo da minha vida. Carregava Serena contra o peito, como se o simples calor dela fosse suficiente para me manter de pé. Ela estava calma, seus olhinhos curiosos observando as luzes frias do hospital, sem a menor consciência de tudo que havia acontecido.
Eu sabia que precisava levá-la para casa, dar a ela normalidade e segurança, mas havia uma voz dentro de mim que gritava: “Antes, deixe-a ver a mãe.” Talvez fosse loucura, talvez fosse apenas de