A mesa estava posta no jardim iluminado por pequenas lanternas que Isa havia espalhado entre as árvores. O cheiro da comida fresca e do pão recém-saído do forno se misturava ao perfume das flores que a brisa noturna trazia. Serena estava no meu colo, batendo as mãozinhas contra a mesa como se também fizesse parte da conversa. Eu ria, tentando acalmá-la, e Isa, ao meu lado, ajeitava a taça de vinho diante de Miguel.
Foi então que ouvi os passos se aproximando. Quando levantei o olhar, encontrei Noah vindo pelo caminho ladeado de luzes, acompanhado de Miguel e… da mãe dele. Meus lábios se curvaram em um sorriso involuntário. Havia algo de tão natural em vê-lo ali, de volta, cercado por pessoas que amavam a nossa filha, que meu coração parecia prestes a explodir de felicidade.
— Estavam demorando — Isa comentou, rindo, enquanto se levantava para abraçá-los. — A comida ia esfriar.
— A culpa é minha — a mãe de Noah disse, abraçando-a também. — Fiquei encantada com a galeria, perdi a noção