A chuva caía pesada sobre os vitrais da mansão de Dante Romano, o Don mais respeitado e temido da Costa Leste.
Dentro de seu escritório, o ar estava denso, quase palpável, como se o próprio ambiente estivesse absorvendo a gravidade da situação.
Um copo de uísque repousava intocado sobre a mesa de mogno, enquanto o homem atrás dela mantinha o olhar fixo em um conjunto de documentos, relatórios e fotos espalhados como peças de um quebra-cabeça perverso.
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