A luz branca e fria do hospital contrastava com o calor da revolta e da tristeza que tomava conta da sala. Elise estava deitada na maca, ainda frágil, com os olhos inchados pelo choro e os braços enfaixados. O rosto dela carregava a dor que nenhuma maquiagem jamais esconderia. Paul, em pé ao lado dela, segurava sua mão com firmeza, tentando lhe passar segurança. Ashley, em silêncio, permanecia ao lado do primo, com os olhos marejados. O médico havia acabado de sair, mas retornou com