Mundo ficciónIniciar sesiónRobert chegou pontualmente ao consultório do terapeuta na cidade vizinha. Não usava o terno de prefeito, nem a pose imponente. Estava de jeans escuros, camisa social dobrada nos cotovelos e olhos marcados pela angústia. Quando o terapeuta o recebeu e pediu que se sentasse, ele respirou fundo.
— Eu sei que demorei demais para procurar ajuda. Mas se eu não fizer isso agora, eu vou destruir a única coisa boa que ainda tenho — começou, com a voz embargada. — A minha esposa... a Mary Lou.






