Sam
O clima seco de outono parecia mais generoso naquele dia, as nuvens com uma luz dourada, e o vento fresco, que acariciava as ruas movimentadas de São Paulo. Samanta saiu da Clínica Portuguesa com um sorriso discreto nos lábios e a mão repousada sobre o ventre ainda discreto, onde sua filha crescia protegida.
A leve náusea causada pelos exames não era suficiente para diminuir o alívio e a felicidade que pulsavam em seu peito. A pequena estava bem. Saudável. Forte. Aquilo bastava.
No banco d