A campainha do apartamento de Clara tocou e ela achou que era Henrique, mas, ao olhar na telinha do olho mágico digital, viu seu vizinho Caíque. Então abriu a porta.
— Oi, Caíque.
— Oi, Clarinha. Vim trazer sua caixa de ferramentas. Muito obrigado, viu, minha querida. Não sei o que teria feito se não fosse sua ajuda.
— Que isso… Se precisar, é só falar.
— Trouxe também um bolinho de chocolate pra agradecer.
— Ah, obrigada! Nem precisava, mas eu agradeço. E o Antônio, mais ainda.
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