A porta que respirava parecia mais viva do que nunca naquela manhã. As marcas em sua superfície pulsavam como artérias finas, respondendo a qualquer aproximação, especialmente quando Lyria se aproximou com o disco pressionado contra o peito.
Era como se madeira e objeto fossem duas partes da mesma língua.
Helena sentiu a tensão no ar antes mesmo de dar o primeiro passo em direção ao corredor. Kael caminhava ao lado dela, o silêncio dele mais denso do que a própria casa. Erynn seguia atrás, segu