O amanhecer trouxe um som que o Norte não ouvia há gerações.
Não era o rugido de um lobo, nem o eco das montanhas.
Era o choro de um recém-nascido.
As aldeias acordaram com o som correndo pelos vales, levando consigo uma ternura que assustava tanto quanto encantava.
O vento, curioso, espalhou a notícia antes que qualquer mensageiro pudesse partir:
“Uma criança nasceu do gelo.”
No alto da fortaleza, Erynn abriu os olhos antes mesmo do chamado.
O cajado vibrou, as runas brilhando em tom dourado.