O silêncio que veio depois não era paz.
Era o tipo de silêncio que respira.
Aquele que espera o próximo grito.
Helena abriu os olhos.
Tudo girava — pedra, vento, luz.
A última lembrança era o som da própria voz se partindo entre os ecos e o toque de Kael queimando em sua pele.
Agora, a sala das runas parecia um campo depois da tempestade.
As tochas apagadas fumegavam.
Erynn estava de joelhos, apoiada no cajado.
Ronan, pálido, limpava o sangue do rosto.
Helena tentou se levantar.
O corpo pesava