A sala das runas ficava sob o castelo, onde a pedra era mais antiga que o próprio Norte.
Era um círculo perfeito, talhado a golpes de séculos, com veias de quartzo que brilhavam sob a luz das tochas como rios de gelo.
Erynn caminhava à frente, o cajado tocando o chão em cadência de coração.
Helena vinha logo atrás, o manto colado ao corpo, o selo ardendo como se fosse febre.
Kael seguia silencioso, mas o ar em torno dele tinha peso de tempestade.
Ronan fechava a retaguarda com seis guerreiros.