— Não quero você como prisioneira na minha casa — ele diz, ignorando a pergunta dela. — Mas também não posso deixá-la voltar pra sua. Pelo menos não ainda.
Celina ergue as sobrancelhas, um riso seco escapando antes das palavras.
— Ah, não pode? — ela cruza os braços. — Vai me manter aqui trancada por tempo indeterminado, então? Para quê? Como quer que eu acredite que você não é como aqueles lixos que me levaram contra minha vontade? Que me batem, me deixaram com fome, rasgaram minhas roupas ass