Celina se senta na beira da cama, cruza os braços, mas ao sentir como ficaram ainda mais evidentes, desiste da posição.
— O que quer conversar comigo? — Celina questiona, não suportando mais o silencio dentro do cômodo.
Dante permanece sentado na poltrona, uma das pernas cruzada, os dedos tamborilando no apoio de braço como se contivessem um impulso.
— De onde você me conhece, como sabia que eu era um detetive?
Celina pisca, seu olhar se encontra com o dele. Ela morde o lábio. Claro que ele não