Eu a estudava enquanto ela estudava as runas.
Yara concentrada era força da natureza. Testa franzida, mordendo lábio, mãos traçando símbolos que rejeitavam contato físico. Ela via algo que nós não víamos. Conexão com o Antigo que a rede não eliminara — apenas diluíra.
— São pontos de ancoragem — ela disse finalmente, voz distante. — Não apenas marcas. Ele está... plantando-se. Cada runa é semente de consciência. Quando florescerem, ele não precisará mais de mim. Será independente.
— Isso é bom?