O ar no subsolo é frio, um frio que não pertence à natureza, mas à conveniência. Cada passo meu ecoa no concreto polido, um som solitário que me afasta do mundo lá em cima e me aproxima do que realmente importa. Atrás de mim, os passos firmes de Isao marcam o mesmo ritmo, um lembrete constante de que não estou sozinha, mas que a decisão é unicamente minha.
— Tem certeza, princesa? — A voz dele é um sussurro rouco, carregado de preocupação.
Não respondo imediatamente. Não por hesitação, mas porq