(POV Lis)
O som do monitor cardíaco é irritante.
Constante.
Regular.
Vivo.
O bip ritmado ecoa pelo quarto branco do hospital como uma lembrança cruel de que Isao ainda está aqui — respirando, lutando, sobrevivendo.
Isao está vivo.
E ainda assim… eu não consigo relaxar.
Estou parada perto da janela do quarto, braços cruzados, olhando para o jardim iluminado do lado de fora como se esperasse um ataque a qualquer momento. Talvez eu esteja mesmo esperando. Talvez meu corpo já não saiba existir sem