Ao ouvir aquelas palavras, Darya sentiu um pequeno aperto no peito. A nossa casa. A frase parecia ter peso. Um lugar que não era apenas um destino, mas um marco. Matteo, por sua vez, parecia ter sido puxado para outro pensamento. A ideia de morar com ela não lhe trazia dúvidas; trazia-lhe apenas uma urgência quase primitiva de tê-la ali, onde ele pudesse vê-la, ouvi-la, tocar-lhe, e finalmente acabar com seis anos de espera silenciosa.
— Fazemos assim — disse Ariella, juntando os catálogos numa