Assim que atravessaram a porta, o calor aconchegante da mansão envolveu Darya como um abraço. A luz suave das lâmpadas douradas iluminava o hall, e o cheiro a alecrim e massa fresca, vindo da cozinha, pairava no ar.
Ariella não esperou que Darya dissesse nada.
Virou-se para ela, segurando-lhe o rosto com ambas as mãos.
— Olha para mim, tesoro. — A voz dela era baixa, mas firme, carregada daquela força suave que só as mães sabem usar. — Tu estás segura aqui. Segura. Enquanto eu respirar, ni