Matteo aproximou-se um passo. Olhou para o teste. Depois para ela e o sorriso dele suavizou.
— Darya…
— Não.
— Deixa-me falar.
Ela respirou fundo, mas não o impediu. Matteo continuou, mais baixo agora:
— Eu sei que isto não era o plano.
— Não era mesmo.
— Mas… isto não me assusta.
— Devia assustar-te.
— Não está a acontecer comigo — respondeu ele, simples. — Está a acontecer connosco.
— Tu achas que isto é uma repetição do passado.
— Mas não é.
Darya desviou o olhar.
— Tu não sabes isso.
— Sei