Ele queria ser o descanso, o abrigo, a promessa de que ela não estava sozinha.
Mas ao mesmo tempo, havia um peso dentro dele: a consciência de que talvez fosse tarde demais. Seis anos a amá-la em silêncio, a vigiá-la à distância, a sufocar cada impulso de se declarar. Perguntava-se se Darya algum dia conseguiria ver nele mais do que um noivo imposto, mais do que um homem determinado a estar presente.
Virou-se ligeiramente, apoiando o braço debaixo da cabeça, e sorriu quase sem perceber. Ela