— Obrigada… — murmurou. Hesitou, como se lutasse consigo mesma para decidir se falava ou não o que lhe ia no coração. — Mas… estiveste acordado este tempo todo?
— Sim. — respondeu sem demora.
— Não devias. Faz mal ficar sem dormir.
Ele deu um passo em frente.
Era a primeira vez, desde o noivado, que trocavam palavras que não estavam ligadas a obrigações, aparências ou protocolos.
Era uma conversa simples, mas carregada de algo novo.
— Fiquei acordado para o caso de precisares de mim.