No dia seguinte , o Silêncio no café da manhã era quase sufocante. O som dos talheres tocando nos pratos parecia mais alto do que deveria, ecoando pelo amplo salão iluminado pela luz suave que entrava pelas grandes janelas. Ninguém se olhava diretamente, e Sofia sentia o peso de todos aqueles olhares disfarçados, como lâminas que cortavam por dentro.
Ela observava, com um misto de desprezo e raiva, cada rosto sentado àquela mesa. Todos ali carregavam o mesmo sangue que ela — pelo menos em part