Quando estava prestes a abrir a porta traseira, uma mão firme agarrou seu braço, fazendo-a girar de surpresa. Mikail estava diante dela, o rosto próximo o suficiente para que ela sentisse o cheiro inconfundível do perfume amadeirado que ele usava.
— Não precisava ter pegado tão pesado com a minha mãe — disse ele, a voz baixa, mas carregada de tensão.
— Eu já falei sobre o estado de saúde dela.
Sofia ergueu o queixo, os olhos verdes faiscando de orgulho e raiva.
— Só porque está doente não