Mikhail Vasiliev
O cheiro de pólvora impregnava o ar do galpão. Eu passava os olhos pelo novo carregamento de armas que tinha acabado de chegar, conferindo peça por peça. Kalashnikovs, pistolas importadas, algumas granadas que não deveriam nem estar ali. Nada escapava do meu olhar. Eu não confiava em ninguém quando se tratava dos negócios da família Vasiliev.
— Confere o lote duplo, quero a contagem exata. — ordenei a um dos homens, a voz firme, sem paciência.
Meu celular vibrou no bolso. Pegue