Marina
Ao chegar no quarto, encosto-me na porta, com um sorriso bobo no rosto.
Não consigo pensar em mais nada. Impossível não me encher dessa esperança de que... talvez... algo esteja, de fato, mudando entre nós. E só essa possibilidade faz arrepios passearem livres pela minha pele.
Tomo um banho rápido, visto minha camisola de seda branca e me deito, olhando para o relógio. 22 horas. Nem é tão tarde assim. Amanhã os médicos decidem se Lúcio terá alta. Se não tiver, precisarei separar algumas