Quase dois meses se passaram.
Tempo suficiente para o jardim florescer, para a grama fechar, para os canteiros ganharem vida… e para Tina quase perder a sanidade tentando fingir que não pensava em Máximo.
Ela mergulhou no trabalho como quem mergulha num rio gelado: foco absoluto, respiração curta, vontade de sobreviver. O jardim estava impecável, tão bonito que até Rita, crítica profissional da humanidade, havia soltado um “agora sim dá gosto de olhar”.
Faltavam só alguns detalhes para encerrar