O telefone tocou três vezes antes de cair na caixa postal. Valentina apertou o celular com tanta força que seus dedos ficaram brancos. A voz automática soava como um ataque naquele momento. Ela desligou bruscamente, sentindo a pulsação acelerada.
— Maldito, covarde! Onde tá se escondendo, miserável? — Suas palavras saíram entre dentes cerrados, com fúria.
No meio daquele caos, saiu disparada da empresa. Os saltos ecoavam pelos corredores e os olhares curiosos dos funcionários foram ignorados. A