As estrelas refletiam no céu como pequenas fagulhas de esperança numa madrugada carregada de segredos. O brilho delas piscava como um sussurro distante, um lembrete de que algo ainda pulsava dentro dela. Valentina sentia as pálpebras pesarem, como se carregassem o próprio mundo. A brisa gelada tocava seu rosto, como a delicadeza de um beijo, e por um instante, ela se perguntou se estava sonhando.
Foi quando o brilho da manhã a despertou. Ela foi pega, desprevenida, por quem não esperava. Era co