AIYANA
Mãos quentes deslizaram por baixo da minha blusa e aqueceram minha pele. Soltei um suspiro de alívio e me mexi contra a parede quente nas minhas costas, tentando me espremer mais contra o corpo de Icarus. O calor dele era reconfortante no meio daquele frio cortante. Mas, então, um gemido me fez parar. O vento frio, que entrava pela entrada da caverna, ainda me envolvia, e eu não conseguia aquecer o suficiente.
O cheiro da terra úmida e da neve que se acumulava lá fora invadiu meus pulmões