AIYANA
Peguei uma barra de proteína da mochila, uma daquelas sem gosto que a Alyssa dizia parecer papelão com um leve toque de chocolate e caminhei até Max. Ele estava parado feito uma estátua de mármore bruto na entrada da caverna, vigiando.
— Você vai virar pedra, sabia? — falei, jogando a barra em direção ao peito dele. Ele pegou no ar, mas não olhou pra mim.
— Não estou com fome.
Revirei os olhos.
— Ah, por favor. Se recusar comida agora vou te chamar de pirralho mimado.
Ele finalmente se