AIYANA
Acordei com um calor familiar deslizando entre minhas pernas. Meus dedos se entrelaçaram nos lençóis enquanto o toque de Icarus me puxava de volta para o corpo, para o agora. Abri os olhos lentamente e o encontrei ali, com um sorriso safado nos lábios e o olhar cravado em mim, como se não existisse mais nada no mundo.Minha loba se sentia envaidecida pela atenção e dedicação.
O som do chuveiro corria ao fundo, abafando meu suspiro.
— Olá — murmurei, a voz rouca da manhã e do prazer.
Ele e