— Levanta aí, príncipe. Tá na hora do seu banho. —
A voz era debochada, e Theo abriu os olhos com dificuldade. Ainda tonto, viu dois homens parados à porta da cela. Um deles mascava chiclete com a boca aberta. O outro segurava um uniforme dobrado.
— Mandaram trocar você de lugar. Disseram que era pra tratar como merece. Filho do chefe não pode ficar em buraco, né? — o primeiro falou.
— Pois é. Traidor tratado como príncipe. E a gente aqui, que rala pra manter o sistema de pé, leva grito,