A luz entrava fraca pela fresta do teto rachado. Theo abriu os olhos devagar, a cabeça latejava. Os pulsos estavam marcados, mas soltos — a algema fora retirada. Ele estava numa cela improvisada, chão frio, paredes mofadas. Um colchão ralo num canto e uma garrafa de água vazia ao lado.
Tentou se sentar. Cada movimento doía. Não sabia quanto tempo havia passado. Tudo que lembrava era o rosto de Bê coberto de sangue... e Isis. O olhar dela. A decepção.
Lá fora, vozes abafadas.
— Já tirei el