A ONG estava em silêncio. Um silêncio que doía. Neumitcha dormia sedada, com um curativo novo no rosto. Do lado de fora, a galera se movia em círculos. A notícia da agressão tinha se espalhado como fogo em mato seco. O morro estava em luto, mas também em fúria.
Isis andava de um lado pro outro, como uma leoa ferida. Sem maquiagem, sem riso, sem alma nos olhos. Era ela e o silêncio. Corvo se aproximou, mas manteve distância. Sabia que o toque errado podia virar explosão.
— A gente vai pegar eles