A sala de recuperação da ONG estava silenciosa, mas carregada. Neumitcha estava acordada. O olhar fixo no teto. Não havia mais lágrimas — não porque tinham secado, mas porque estavam presas no lugar onde a dor ainda latejava.
A porta se abriu devagar. Isis entrou primeiro, seguida de Mariana e Jade. Corvo estava sentado ao lado da cama, exausto, mas inabalável. Segurava a mão de Neumitcha como quem segura a si mesmo.
— Pai... — Jade disse, com a voz suave, porém firme. — Vem. Isis vai cuidar