A casa de Isis, normalmente silenciosa e de luz baixa, estava movimentada naquela noite. As janelas entreabertas deixavam escapar o cheiro forte de café e o som abafado de conversas sérias. Theo subiu os degraus devagar, como quem sabia que não havia mais volta.
Isis abriu a porta antes mesmo dele bater. Dread preso no alto da cabeça, rosto sem maquiagem, camiseta preta e um olhar que dizia mais que qualquer palavra.
— Entra. Tá todo mundo aqui.
Dentro, estavam Bê, Barril, Formiga, Carvão e